Os Pergaminhos do Mar Morto foram colocados na rede graças ao projeto do Google em parceria com o Museu de Israel para incentivar a divulgação da história e cultura.
Dois milênios depois de terem sido escritos e seis décadas após sua descoberta no deserto da Judéia (descobertos entre 1947 e 1956 na região de Khirbet Qumran), os manuscritos formados por 972 textos, compõem a versão mais antiga da Bíblia conhecida.
A coleção de textos é datada do terceiro e primeiro séculos antes de Cristo e em 68 a.C e foram escondidos em cavernas do deserto da Judéia, possivelmente por sacerdotes judeus, para evitar que o exército romano os encontrasse. Os manuscritos foram escritos em pergaminho e papiro e, devido à fragilidade de sua estrutura (dada a idade), eles são mantidos no Museu de Israel em uma redoma apropriada para a sua conservação.
Agora disponíveis em alta resolução, permitem que você examine esse patrimônio histórico como uma máquina do tempo, revelando o contexto em que o Cristianismo se desenvolveu.
A página do site http://dss.collections.imj.org.il/isaiah possui suporte para busca e é possível ao clicar nos textos em hebraico obter a tradução para o inglês.
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